Dominando O Oceano.
Me navegaram,
me roubaram,
conquistaram.
Minhas águas tornaram-se sal,
minhas brisas, tormentas.
Galeões de madeira velha se arrastaram
em minhas formas, criaram fronteiras.
Astiaram bandeiras sujas,
desceram âncoras.
Poluiram águas de pensamentos,
tensionaram egoísmos.
Fizeram-me cuspir pesadelos.
Gritaram canções bêbadas,
pintaram meus horizontes,
respiraram meu pôr-do-sol.
Respiraram meu pôr-do-sol.
Mas ei de resisir:
Oceano, eu te controlo;
suas tempestades, suas marés.
Teus monstros.
Teus monstros, tuas lufadas
tuas ressacas, teus piratas.
Seus monstros!
Lucas Lins.
me roubaram,
conquistaram.
Minhas águas tornaram-se sal,
minhas brisas, tormentas.
Galeões de madeira velha se arrastaram
em minhas formas, criaram fronteiras.
Astiaram bandeiras sujas,
desceram âncoras.
Poluiram águas de pensamentos,
tensionaram egoísmos.
Fizeram-me cuspir pesadelos.
Gritaram canções bêbadas,
pintaram meus horizontes,
respiraram meu pôr-do-sol.
Respiraram meu pôr-do-sol.
Mas ei de resisir:
Oceano, eu te controlo;
suas tempestades, suas marés.
Teus monstros.
Teus monstros, tuas lufadas
tuas ressacas, teus piratas.
Seus monstros!
Lucas Lins.
(revisado, precisa de mais revisão)
Posted by in 00:35:28
Era Ninguém
Não era doutor
Nâo era solução
Era nada e todos
Realidade de ninguém
Que mais ninguém é
Sabia q não era
E gostava de não ser
Não era Ninguém
Nem ninguém
Nâo era João
Nem José
Não era
E simplesmente não foi
Pra ninguém
(mais ou meos isso)