O estilhaço dela.
O estilhaço dela fragmentado em violência
e projetado contra mim
na mas pura e ardida versão dela –
aquela que ela mais odeia
arremessado contra meus olhos e
boca.
Estilhaço gritado!
Que ela se desfaz chorando por ódio
do pecado que pedaça.
Se desfaz,
desliza,
e me depedra
com o que surge do que mais fez mal a ela:
a rendição ao prazer.
Atingido, me glorifico com mais que um sorriso
não pelo ódio dela (nunca!)
não pela perca dela (nunca!).
Mas por ser alvo do
estilhaço dela
que enquanto ela arremessa, goteja em mim.
O fragmento violento do que mais odeia aos meus lábios é orvalho
e me sacio de boca na explosão.
e projetado contra mim
na mas pura e ardida versão dela –
aquela que ela mais odeia
arremessado contra meus olhos e
boca.
Estilhaço gritado!
Que ela se desfaz chorando por ódio
do pecado que pedaça.
Se desfaz,
desliza,
e me depedra
com o que surge do que mais fez mal a ela:
a rendição ao prazer.
Atingido, me glorifico com mais que um sorriso
não pelo ódio dela (nunca!)
não pela perca dela (nunca!).
Mas por ser alvo do
estilhaço dela
que enquanto ela arremessa, goteja em mim.
O fragmento violento do que mais odeia aos meus lábios é orvalho
e me sacio de boca na explosão.
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01:39:25