O fauno e a maçã.
Lua rosa e máscaras de carnaval e
montanhas plácidas de pele suave, ela.
Penetrarei no seu abismo e minha repetição
irá fazê-la cantar.
Como faunos fazem.
Ela cantará bonito
o canto dos anjos,
a maior beleza que jamais escutarei
da sinceridade dos espólios pessoais da cama.
Nossa cama.
montanhas plácidas de pele suave, ela.
Penetrarei no seu abismo e minha repetição
irá fazê-la cantar.
Como faunos fazem.
Ela cantará bonito
o canto dos anjos,
a maior beleza que jamais escutarei
da sinceridade dos espólios pessoais da cama.
Nossa cama.
Afogado na embriaguez de um sentimento
ou tolo preso na loucura de um balé de fumaça:
Tudo.
Ou nada.
Flutuaremos abraçados no chão gelado
e tudo terminara em brasa
enquanto a brasa termina nos lábios.
Enlouquecer e seus rituais pessoais:
abraçar o oceano e nos afogar em fumaça e espumas de sal.
E nunca, nunca mais respirar.
Posted by in 04:06:01